Não quero deixar, mas é preciso.
Não quero fugir, mas é preciso.
Não quero esquecer, mas é preciso.
Não quero ignorar, mas é preciso.
Num caminho cheio de não,
me perco com tamanha imprecisão
Das mil dúvidas que se escondem atrás de sombras que o Sol projeta quando tromba na vida.
O tempo parece que não passa e se esquece que perece quando saudade vira verbo:
Ação de usar os fragmentos do passado para se agarrar às lembranças das coisas que só vivemos no futuro.
Na indecisa aurora dos dias,
minha única certeza é a teimosia da minha incerteza.
Na fria tez da manhã,
o amargo sabor de decidir acordar sem você.

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