Belas coisas não pedem atenção
Mesmo sem olhos atentos,
em algumas coisas há atenção
pelo simples fato
de não exigirem tal ato
– e serem, apenas, fato.

Poemas sobre vida para almas inquietas e corações partidos
Mesmo sem olhos atentos,
em algumas coisas há atenção
pelo simples fato
de não exigirem tal ato
– e serem, apenas, fato.
“Com pressa de viver, perde-se o tempo da vida.”
A verdade é uma só:
Toda e cada escolha tem seu próprio nó
Então escolha e assuma seus b.o.
Se existe mar no horizonte
Existe um mundo todo além
Do que seus olhos podem ver
Do que seus braços podem alcançar
Se a medida da vida está no bem que fazemos aos outros – e não apenas a nós mesmos – somente através de atos de compromisso que recebemos a benção da confiança.
E se for vai ser
aquilo que sou agora
o que fui outrora e que desejo um dia ser.
Saber já não sei
o que sei é o que sou, o que fui, e o que serei
Quem sabe?
Sabe que tem que saber
o que se sabe é tudo o que sei:
Nada.
O que se quer saber é do mundo
e das coisas que a gente sabe que ele tem,
mas se soubesse não iria
nesse poema devanear
toda essa sabedoria.
Terça-Feira, 24 de Maio de 2011, 15:41:52
“De vez em quando a vida entrega tanto que a gente nem sabe o quanto.”
Sou várias coisas, assim como várias que não me são.
Procuro viver a vida sem procurar (felicidade alegria, etc.).
Vivo o agora. Amanhã é amanhã… E amanhã a gente vê o que vai acontecer – apesar de todas as noites deitar e pensar no futuro.
Contradigo-me às vezes, sim. Pois sou “capa e contracapa”, pois “ser capa e ser contra a capa é a beleza da contradição, é negar a si mesmo” (cortesia de Fernando Anitelli).
Gosto de várias coisas, assim como várias que não me gostam. Mas, como diria um professor meu do colégio “Eu não gosto de muitas coisas, mas não posso negar que estas são, no mínimo, interessantes”.
Contradigo-me às vezes, sim. Mas, na verdade, são fases – estas que todos temos. E quer saber? São destas fases que formamos nosso caráter e os nossos princípios, por isso não me arrependo das coisas que fiz – sim das que deixei de fazer.
Afinal de contas…
“A vida é pra valer. Não se engane não, tem uma só. Duas mesmo, que é bom, ninguém vai dizer que tem sem provar, muito bem provado, com certidão passada em cartório do céu e assinado embaixo: Deus. Com firma reconhecida” (cortesia de Vinicius de Moraes).
E para não dizer que não falei das flores. Amor em minha vida é o que venéro e busco (falei que me contradiz).
O tenho como o Poeta, deveras importância e, em vezes – sendo sincero, muitas – não correspondência. Mas, é o amor que faz o mundo girar (desculpem o clichê).
É a paixão, esta tão próxima do amor, que faz as pessoas fazerem coisas extraordinárias (cortesia de algum filme que não me lembro o nome nem a história, mas é de um, bom, filme).
E se for vai ser
Aquilo que sou agora
O que fui outrora, e que desejo um dia ser
Saber já não sei
O que sei é o que sou, o que fui, e o que serei
Quem sabe?
Sabe que tem que saber
O que se sabe é tudo o que sei
Nada
O que se quer saber é do mundo
E das coisas que a gente sabe que ele tem
Mas se soubesse não queria
Nesse poema devanear
Toda essa sabedoria
Já se sentiu sem vontade de fazer nada? Mas com vontade de fazer algo?
Não é tédio!
Já sentiu que ficava ali , esperando o tempo passar só por esperar e mais nada?
Não é tédio!
Já se sentiu não amado , com mil dúvidas sobre o seu amor , sobre os “porquês” disso e daquilo?
Não é tédio!
Já se sentiu ali , parado , e seu único ato era trocar de música para uma mais lenta e depressiva ?
Não é tédio!
Ahhhhhhh já chega desse tédio!
Fui fumar um cigarro…